Sonho que as crianças, do mundo todo, possam dormir quentinhas, com suas barriguinhas cheias, longe de toda e qualquer agressão física, sexual, moral ou intelectual e que todas possam usufruir das alegrias de uma infância linda e protegida. Sonho que tenham um futuro maravilhoso. Não só as crianças de hoje, mas também seus filhos, os filhos de seus filhos e também os filhos destes. Sonho com um planeta protegido, com medidas que eliminem a cobiça que destrói nosso porvir!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Claudia Cardoso: PRESENTE!

Claudinha, dizem que Deus coloca anjos em nossas vidas. Com certeza você é um em minha vida. Quando estive doente você dizia: coragem, você é guerreira e Deus está contigo e nós também.
Formamos uma família nas lutas por um mundo mais humano, você com seu sorriso, sua paz nos contagiava a todos nós blogueiros, cada um voluntário, ou não, na luta por ver jovens com mais oportunidades.
Vá em paz, companheira e amiga, as saudades serão muitas e tua figura sempre aparecerá em cada luta que fizermos!

Hilda Suzana Veiga Settineri



Amiga, companheira e blogueira Claudia Cardoso: A luz de tua existência iluminará nossos caminhos nas lutas que abraçavas junto com os blogueiros progressistas e com os que sempre se dispunham a uma boa luta sem fronteiras contra as injustiças e contra esta mídia hegemônica partidarizada.
Sempre contamos com tuas idéias e ações na construção deste nosso contra-ponto indispensável na democratização dos espaços de comunicação.
Hoje acordamos mais tristes, tentamos contrapor com o que de bom você nos ajudou a construir na regulamentação desta mídia partidária e reacionária.
Boa passagem, amiga, sempre estarás viva em nossos corações!

Luiz Antonio Franke Settineri (Saroba)

sábado, 28 de novembro de 2015


HUMOR

Para ver a reação do marido, uma mulher escreveu no papel: " Fui embora, não volto mais". Esperou o marido escondida debaixo da cama. Ele entrou no quarto, leu o bilhete, escreveu qualquer coisa no mesmo e começou a cantar todo satisfeito. Cinco minutos depois, pegou o celular e ligou para alguém: "Amor estou indo! A outra doida foi embora, estou a caminho lembre-se que eu te amo muito". Ele pegou o carro e saiu. Louca de raiva à mulher sai debaixo da cama e lê o bilhete: "Consigo ver teus pés. Fui no mercado comprar pão. Deixa de ser retardada e faz o jantar!".
TODAS AS FORMAS DE AMOR

Já disse o poeta que qualquer forma de amor vale a pena!
Mas quantos enredos e roteiros dão vida a esse tema?
Desde os arrebatadores que arrancam d’alma o poema
até aquela afeição fraterna que nela repousa serena...

Que seja, também como disse o poeta, infinito enquanto dure,
mas que também se transforme e reviva para que perdure
que assim contrarie convenções, regras e definições de um teorema
para se concretizar no intuitivo e improvável, como num filme de cinema!

Que tenha sentido e razão mas também poesia e tesão
que tenha cérebro, fígado e pulmão mas que não lhe falte coração
que seja solidário, amigo e seguro mas que não escravize nem traga dor
que acabe quando assim não o for para que seja eterno enquanto amor.

Adilson Gallucci

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

domingo, 5 de abril de 2015

O QUE HÁ POR TRAZ DA DISCUSSÃO DA MENORIDADE PENAL?

<iframe width="420" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/yCF_xCBAURQ" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>



Há muito a sociedade humana superou a fase da vingança, certo? Mais ou menos.
A ideia de pena como um castigo, cruel, vigoroso, duradouro e a descrença na recuperação daquele que delinquiu comprova que a concepção de pena como uma vingança social continua. Esse pensamento persistir é compreensível, mais ainda quando ele acontece juntamente com um processo disfarçado, silencioso que busca privatizar os presídios. Os exemplos bem-sucedidos somam-se. Constitucionalmente se trata de uma atividade exclusiva e indelegável do Estado, mas aí, surgem as interpretações conforme o interesse e buscam flexibilizar a vontade constitucional. A justificativa de presídios em condições subumanas e o alto índice de reincidência são utilizados vastamente. Os Estados-membros fingem elaborar política prisional, basta verificar quando, a forma e a destinação que deram as poucas construções de novas unidades que contemplem os aspectos desejados pela Lei de Execução Penal. Por outro lado, o acolhimento do egresso do sistema prisional pela sociedade é sempre de um criminoso, de alguém que precisa ser vigiado e temido constantemente. É como se retornasse com uma tarja escrita em letras garrafais a sua condição de “bandido”. Mas, o que tem isso com a questão da redução da menoridade? Simples. Onde vão colocar as crianças que cometeram delitos? Os Estados-membros dizem que não tem recursos para investir. Então, a resposta óbvia será a privatização.  Inexoravelmente, a prisão de crianças será um grande negócio. Voltemos ao Estatuto da Criança e do Adolescente, se, os Estados-membros tivessem capacidade de investir em unidades, evitar a contaminação e promover a recuperação moral, ao mesmo tempo em que escolarizassem e desse o direcionamento profissional, com algumas reformas que estendessem o tempo de internação, talvez, o remédio fosse menos amargo. Mas, a busca que se tem é reduzir custos.
A vida humana em números. A vida humana como fonte de lucros. Isso é o que está por traz da proposta da redução da maioridade penal. É preciso antes de qualquer desejo de vingança, dessa primitiva forma de pensar, refletir para onde nos leva esse caminho. É preciso que a desgraça, o delito não se torne mais uma forma das elites se fortalecerem. É preciso que em cada rosto de uma criança se veja refletida a esperança.
Ah! - Bradaram os defensores do radicalismo extremado - mas são pequenos bandidos. Enquanto emudecidos ficarmos vão tomando conta e através de leis, regulamentar um processo de higienização, de eliminação daqueles que ao seu arbítrio, são considerados irrecuperáveis. É preciso pacificar os corações para que nossas mentes não nos levem ao abismo de condenar crianças, cada vez mais jovens, dezesseis anos primeiramente, depois menos e sucessivamente menos, até chegar ao absurdo de que a idade, seja ela qual for, não mais será considerada. Uma lei não se faz para um momento, se faz para um tempo, para uma sociedade. Aos filhos de quem essa lei atingirá?
Como negócio, logo os dezesseis anos não mais servirão e aqueles que querem a radicalização, a privatização dos presídios, novamente mostrarão o perigo de tratar criança como criança e de ter esperança de recuperá-las, quando erram. Levantarão números, estatísticas e falarão mais algo que qualquer sentimento, farão da dor e do sofrimento um espetáculo para convencer a sua causa, sem jamais defender a mãe de todos os problemas de violência: a concentração de renda. Todo dia os chamados “telejornais” irrigarão com o sangue a retina de nossos olhos. Farão de demagogos defensores dos oprimidos já que apenas a sua voz e capacidade de persuasão dispõe da imagem, do microfone e atingem, a sensibilidade humana, quando não mais funciona a razão.
Há por traz desse movimento interesses inconfessos e pouco nobres.

Hilda Suzana Veiga Settineri

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

HÁ UM BARCO ESQUECIDO NA PRAIA - Padre Zezinho e Silvinha

Tô falando... Em todos os partidos tem gente consciente!

NUNCA SE ROUBOU TÃO POUCO


Ricardo Semler

Não sendo petista, e sim tucano, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país

Nossa empresa deixou de vender equipamentos para a Petrobras nos anos 70. Era impossível vender diretamente sem propina. Tentamos de novo nos anos 80, 90 e até recentemente. Em 40 anos de persistentes tentativas, nada feito.

Não há no mundo dos negócios quem não saiba disso. Nem qualquer um dos 86 mil honrados funcionários que nada ganham com a bandalheira da cúpula.

Os porcentuais caíram, foi só isso que mudou. Até em Paris sabia-se dos “cochons des dix pour cent”, os porquinhos que cobravam 10% por fora sobre a totalidade de importação de barris de petróleo em décadas passadas.

Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia. Onde estavam os envergonhados do país nas décadas em que houve evasão de R$ 1 trilhão –cem vezes mais do que o caso Petrobras– pelos empresários?

Virou moda fugir disso tudo para Miami, mas é justamente a turma de Miami que compra lá com dinheiro sonegado daqui. Que fingimento é esse?

Vejo as pessoas vociferarem contra os nordestinos que garantiram a vitória da presidente Dilma Rousseff. Garantir renda para quem sempre foi preterido no desenvolvimento deveria ser motivo de princípio e de orgulho para um bom brasileiro. Tanto faz o partido.

Não sendo petista, e sim tucano, com ficha orgulhosamente assinada por Franco Montoro, Mário Covas, José Serra e FHC, sinto-me à vontade para constatar que essa onda de prisões de executivos é um passo histórico para este país.

É ingênuo quem acha que poderia ter acontecido com qualquer presidente. Com bandalheiras vastamente maiores, nunca a Polícia Federal teria tido autonomia para prender corruptos cujos tentáculos levam ao próprio governo.

Votei pelo fim de um longo ciclo do PT, porque Dilma e o partido dela enfiaram os pés pelas mãos em termos de postura, aceite do sistema corrupto e políticas econômicas.

Mas Dilma agora lidera a todos nós, e preside o país num momento de muito orgulho e esperança. Deixemos de ser hipócritas e reconheçamos que estamos a andar à frente, e velozmente, neste quesito.

A coisa não para na Petrobras. Há dezenas de outras estatais com esqueletos parecidos no armário. É raro ganhar uma concessão ou construir uma estrada sem os tentáculos sórdidos das empresas bandidas.

O que muitos não sabem é que é igualmente difícil vender para muitas montadoras e incontáveis multinacionais sem antes dar propina para o diretor de compras.

É lógico que a defesa desses executivos presos vão entrar novamente com habeas corpus, vários deles serão soltos, mas o susto e o passo à frente está dado. Daqui não se volta atrás como país.

A turma global que monitora a corrupção estima que 0,8% do PIB brasileiro é roubado. Esse número já foi de 3,1%, e estimam ter sido na casa de 5% há poucas décadas. O roubo está caindo, mas como a represa da Cantareira, em São Paulo, está a desnudar o volume barrento.

Boa parte sempre foi gasta com os partidos que se alugam por dinheiro vivo, e votos que são comprados no Congresso há décadas. E são os grandes partidos que os brasileiros reconduzem desde sempre.

Cada um de nós tem um dedão na lama. Afinal, quem de nós não aceitou um pagamento sem recibo para médico, deu uma cervejinha para um guarda ou passou escritura de casa por um valor menor?

Deixemos de cinismo. O antídoto contra esse veneno sistêmico é homeopático. Deixemos instalar o processo de cura, que é do país, e não de um partido.

O lodo desse veneno pode ser diluído, sim, com muita determinação e serenidade, e sem arroubos de vergonha ou repugnância cínicas. Não sejamos o volume morto, não permitamos que o barro triunfe novamente. Ninguém precisa ser alertado, cada de nós sabe o que precisa fazer em vez de resmungar.

ONÇA PINTADA

UM BLOG ONDE EU POSSA ENSINAR O POUCO QUE SEI E APREENDER MUITO, COM TODOS OS QUE FIZEREM UMA VISITA, NÃO DEIXEM DE COMENTAR, OK